
❝Nos teu lábios caramelizados, sinto o adocicado
do constante parar do tempo.
Nos teus braços apertados, o medo desvanece.
Nas tuas vestes, a sua segurança me veste.
Nos teus olhos alagados de marrom, enxergo a sutileza da tua timidez.
Em teus passos furtivos, há o emaranhado da tua preocupação.
Por baixo das tuas lentes, vejo o reflexo do seu eu.
E então, percebo a ilusão ciclicamente doce.
Porque nos nossos desencontros, tive a vasta certeza
de que tu... jamais seria meu.❞



